"Siempre acabamos llegando a donde nos esperan" - Libro de los itinerarios

sábado, 20 de junho de 2009

Saudade...

Navio que partes para longe,
Por que é que, ao contrário dos outros,
Não fico, depois de desapareceres, com saudades de ti?
Porque quando te não vejo, deixaste de existir.
E se se tem saudades do que não existe,
Sinto-a em relação a cousa nenhuma;
Não é do navio, é de nós, que sentimos saudade.

Alberto Caeiro

Um comentário:

salix disse...

OH MY GOD Q POEMA LIIIIIIIIIIIIIINDO