Soledad Villamil: La canción y el poema
Morir de amor
Hoy que el tiempo ya pasó,
Hoy que ya pasó la vida,
Hoy que me río si pienso,
Hoy que olvidé aquellos días,
No sé por qué me despierto
Algunas noches vacías
Oyendo una voz que canta
Y que, tal vez, es la mía.
Quisiera morir ahora de amor,
Para que supieras
Cómo y cuánto te quería,
Quisiera morir, quisiera… de amor,
Para que supieras…
Algunas noches de paz,
Si es que las hay todavía
Pasando como sin mí
Por esas calles vacías,
Entre la sombra acechante
Y un triste olor de glicinas,
Escucho una voz que canta
Y que, tal vez, es la mía.
Soledade Villamil deslumbrante no recém-estreado filme argentino "El secreto de sus ojos", um dos mais belos que vi nos últimos tempos.
"há sempre um copo de mar para um homem navegar" - jorge de lima
Quando os cronópios saem em viagem, encontram os hotéis cheios, os trens já partiram, chove a cântaros e os táxis não querem levá-los ou lhes cobram preços altíssimos. Os cronópios não desanimam porque acreditam piamente que estas coisas acontecem a todo o mundo, e na hora de dormir dizem uns aos outros: “Que bela cidade, que belíssima cidade”. E sonham a noite toda que na cidade há grandes festas e que eles foram convidados. E no dia seguinte levantam contentíssimos, e é assim que os cronópios viajam.
(Julio Cortázar, Histórias de Cronópios e de Famas)
(Julio Cortázar, Histórias de Cronópios e de Famas)
"Siempre acabamos llegando a donde nos esperan" - Libro de los itinerarios
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